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Guia para investir desde cedo
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Guia para investir desde cedo

Com o volume de contas que temos que pagar mensalmente, parece impossível chegar no final do mês e ainda reservar uma quantia para investir no mercado financeiro não é mesmo? Mas tudo pode mudar de figura se você mudar seu "mindset" e estipular uma verba como fixa, do tipo boleto, para fazer invesimentos na bola e em ações.

Para definir esse montante, levante todos os gastos mensais e também os esporádicos e faça uma planilha. Veja de onde consegue tirar uma parte ou subtitua despesas supérfulas - não precisa ser uma quantia enorme, não, só para começar - já que mesmo pequena, essa pequena verba já vai fazer efeito. Se a sua situação melhorar, aos poucos, você ajusta seu orçamento e amplia a parcela a ser inestida. Determine como meta final para investir ao menos 20% do que entra no mês - como indicam especialistas -, mas não perca de vista sua realidade e sua situação profissional. Se você é autônoma, vale redobrar o cuidado, já que não conta com ganhos fixos mensais.

 

 

Antes de tudo, recomenda-se formar com o montante mensal uma reserva de emergência, o equivalente a de três a seis meses de gastos indispensáveis (aluguel, comida, transporte, farmácia, etc). Assim, se surgirem imprevistos, você evita recorrer ao empréstimo, rotativo do cartão ou crédito bancário - o cheque especial tem juros até 8% aomês, valor altíssimo! Mas nem isso deve ficar parado numa conta. Coloque o dinheiro em um produto financeiro de liquidez diária (que pode ser resgatado assim que necessário). E o que é isso? Títulos de renda fica, como papéis do Tesouro Nacional vinculado á taxa de juros Selic. Essas opções não costumam variar muito; portanto, são seguras. Use o mesmo recurso para juntar dinheiro para realizar um sonho, como fazer uma festa de casamento ou viajar.

 

Não coloque tudo que você poupou no mesmo investimento. Distribua entre opções com níveis de riscos variados. Entenda que há dois principais tipos de produto financeiro, os de renda fixa e os de renda variável (além dos híbridos). Os primeiros trazem retornos presumíveis, enquanto os ganhos são incertos no segundo grupo. Na prática, quanto menos previsível, maior o risco.

 

 

Outra coisa a se levar em conta: investimentos mais sujeitos a altas e baixas (como as ações) ás vezes não compensam ser retirados repentinamente. Especialistas recomendam que somente 15% da carteira seja composta de ativos de maior risco. Pense ainda no perfil da sua meta. Se a ideia for uma festa de casamento, investimentos ligados à inflação são melhores, pois você não perde o que invesitu. Caso seja a viagem dos sonhos ou um curso de educação no exterior, prefira um fundo cambial, que vai valorizar junto com o dólar - ás vezes é menos rentável que outros fundos, mas é seguro.

 

Texto por Vanessa Ming

Fotos por Unsplash

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