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Aprendizados das marcas com a COVID-19
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Aprendizados das marcas com a COVID-19

No turbilhão de acontecimentos que a Covid-19 trouxe ao mundo, o segmento de comunicação e marketing – já bastante transformado na última década pela revolução digital – certamente será ainda mais revolucionado e nunca mais será o mesmo após esta triste Pandemia.

 

E neste momento tão difícil, a maioria das marcas segue um esforço conjunto para repensar profundamente suas estratégias de comunicação para que elas se adequem ao momento.

 

Ficam as perguntas : Como devem se comunicar com seus diferentes públicos neste momento? Passada a pandemia, o que tem de mudar na forma como se relacionam com as pessoas?

 

O primeiro enorme desafio das grandes empresas foi mudar rapidamente o chip de “quanto podemos faturar e como fazemos para incrementar as vendas?” para “o que podemos fazer para ajudar neste momento tão difícil?” Afinal, numa pandemia em que a vida das pessoas ainda está em risco e a economia tende a caminhar para uma recessão global, não dá mais pensar no modelo mercadológico-liberal de consumo e lucro.

 

O novo coronavírus também mobilizou a cooperação entre empresas e governos do mundo inteiro, demonstrando na prática – e na maior epidemia do século – o espaço existente para as marcas serem ainda mais úteis para a sociedade, despertando um necessário sentido de solidariedade e empatia .

 

Gigantes como Natura, Avon, Boticário, Itaú, Sebrae, Faber Castell, Ambev, Stella Artois, Google, Facebook, Louis Vuitton, dentre muitas outras marcas, já estão ajudando de diferentes formas: da fabricação de produtos para o combate a pandemia à oferta de produtos – álcool gel, máscaras e etc - ou serviços que ajudem as pessoas e as empresas a atravessar a crise anunciada.

 

Sem lojas abertas durante a quarentena, o varejo direcionou esforços para a comunicação online, fazendo novas pessoas de todas as idades e classes sociais intensificarem o uso de aplicativos de chamadas em vídeo, e-commerce e aplicativos de delivery. Nas ruas desertas das grandes capitais, os entregadores do iFood, Rappi e UberEats são presença recorrente.

 

Influencers de wellness, moda e beleza, como Gabriela Pugliese e Thassia Naves, também seguem perdendo espaço por não estarem se comunicando com seus seguidores em sintonia com os temas sororidade, empatia e soliedariedade, vertentes que guiarão as marcas e seus brandings durante um bom tempo.

 

Texto por Vanessa Ming

Foto por Unsplash

 

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